
« Eu não te conheço, mas eu quero-te »
Dilemas são como poemas, dificeis de decifrar, subjectivos e complicados de questionar. Esta comparação é um simbolo de que tudo pode ser comparado ao minimo promenor, tudo está relacionado, nada está errado. A definição de dilema é bastante simples, ter que optar por um caminho deixando outro para trás, o problema é quando estamos diante de um dilema e não sabemos quais são os caminhos que nós oferecem, sendo assim, dá-mos um tiro no escuro, esse mesmo irá acertar em alguém que secalhar não é quem nós desejamos magoar, pois essa bala em algum lado vai ter que parar.
Será tudo isto uma triologia? Se assim for, existe algo no primeiro filme que não é verdade, algo que nós temos como um dogma e que assim não é. Sendo assim, nada faz sentido; é como uma casa sem bases.
A tua vida é um filme, onde tu escolhes o teu género.
No lado escuro da noite, muitos seres humanos encontram o seu lado vingativo, o seu lado mau, o seu lado que escureceu no limiar da noite, num doce belo encanto do «mestre».
Os motivos que nos levam a fazer certas coisas não interessam, não são desculpa, o que interessa sim são as consequencias, as causas são banais. Vivemos numa era de Kant/Mill, nós lutamos para fazer o maior numero de pessoas possiveis (intenção - Kant) e a consequencia é a felicidade (consequencia - Mill). Continuo na minha teoria de dizer que se seguissemos o ideal de Kant eramos felizes, « dever pelo dever » não faz sofrer.
« Em tempos como estes, quando tudo está dividido, as chamadas de vingança surgem, é importante relembrar velhas histórias. Os antigos dizem que quando alguem morre, o corvo guia as suas almas para a terra dos mortos, e as vezes, mas só as vezes, o corvo pode trazer essa alma de volta para por as coisas mal longe do que o rodeia e só assim a sua alma descansará em paz. A força do corvo é o amor. »
/ Uma alma, um lugar, um poema para expressar.