Era uma vez ... Um pequeno rapaz alegre, lutador, sonhador, mas, sobretudo, quase sempre era do “contra”. Uma vez, numa aula de filosofia, a professora enfrenta o aluno afirmando que este no seu discurso argumentativo utilizava falácias sofistas. O aluno indignado com tal afirmação parou e pensou: sim, eu cometo falácias sofistas! De seguida, os seus olhos brilham e o seu corpo enche-se de amor, respondendo à professora:
- Sim, a professora tem toda a razão. Mas deseja que eu justifique as minhas falácias com um argumento válido e verdadeiro? – A professora corresponde com um pequeno “abanar de cabeça” indicando que estaria interessada na tal justificação.
- Eu cometo falácias num discurso argumentativo porque tudo em mim é amor. O amor é falacioso. Logo, eu sou uma falácia. Sou um erro de argumentação que nem sequer a força mais súbtil do mundo (amor) consegue domar, pois eu sou essa força e nada em mim vai mudar a cerca da minha “base” de vida, pois é aquilo que fui e hoje sou.
« Amor é o estado supremo da sentimentalidade »
Sérgio Ribeiro
2 comentários:
acabste por usar uma falácia também... nao explicas porque é o amor falacioso... nao terias que o fazer sendo uma verdade absoluta ou sendo pouco relevante, nenhuma das duas confere... (espero resposta :))
Amei este texto !
Está lindo :$
Beijinhoo ~
Pinky (:
Enviar um comentário