26 janeiro 2010

A recordação de um coração

Coração partido, vida repartida
Vida dupla, coração uniforme.
A minha alma é seduzida,
A minha sede, vira fome.

O pensamento? Já não leva ao sentimento!
Lágrimas de sangue eu derramo
Perdição e pecado, o maior pecado!
Não quero que ninguém receba este recado!

Algo "impuro" em mim morreu
Tudo de mim, o meu coração te deu!
Agora é hora de partir...
Acabou o ódio e amargura, é hora de seguir!

Pois, a luz já não é a mesma
Serás, a cola dos pedaços do coração.
És um largo livro de folhas em resma.
Não podes ser um paradigma, não és razão.


Sérgio Ribeiro
26 de Janeiro de 2010 













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1 comentário:

Jemex disse...

Abram alas ao Poeta.

Cansaço

Cansaço
O puro olhar do limite :')