A razão não provém do coração. A razão é gerada pela racionalidade do incorrecto ou correcto. Os sentimentos são a fonte de inspiração do meu coração. Logo, tudo pode ser questionado e “contra-argumentado”. O meu olhar pouco quer saber se existem falácias no que sinto, paradoxos no que digo ou até erros lógicos (...). O que é que realmente é importante enquanto eu tiver vida? O que é que eu quero fazer da vida? – A vida é feita de momentos, sonhos, desejos e apetites; à medida que eu vou crescendo vou tornando-me um ser, cada vez mais, condicionado pela sociedade e pelo meu passado. Então, o meu instinto afirma que deseja ser livre, deseja ser um ser sem condições, deseja ser livre para voar. Porque é que o “céu” é ilimitado e a “Terra” delimitada? Deveria eu viver no céu?
- O primeiro objectivo da minha «missão» é ser livre, como meio de descobrir o que é o amor.
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