Já não existem metáforas ou comparações, ou até mesmo, perífrases que decifrem o enigma do meu coração. A dor dos símbolos carismáticos da antiguidades está presente em cada artéria do meu ser. Todo o seu objecto tem uma duração limitada e um fim condicionado. Os tempos mudam e as vontades também acompanham essa mudança, tal como diria o nosso grandioso poeta - Luís Vaz de Camões - que caracteriza com uma grande metáfora aquilo que é o amor - "amor é fogo que arde sem se ver". Esta invisibilidade mata-me: não consigo encontrar as definições concretas da maior força do mundo, da essência da vida humana. A quilometragem do meu coração, única capacidade estruturante capaz de encontrar a definição deste "sentimento", já não é propriamente inicial. A vida já me reservou imensas armadilhas, imensos buracos, como aqueles que os Espanhóis caíram, nas teias assassinas que o nosso grandioso, Nuno Alvares Pereira, deitou na Batalha de Aljubarrota, quando estes tentavam invadir Portugal no século XIV. Assim estou, encostado à berma, sozinho e abandonado, à margem de um vento fraco e um céu escuro e duro e frio. Assim estou, sem ninguém, nem à espera de ninguém. Quero estar assim, melancólico, sonhando, porque ainda não se paga imposto para sonhar, a não ser que no próximo Orçamento de Estado, já exista um imposto para taxar um Sonhador.
Sérgio Miguel, 15 de Janeiro de 2011
O passado pode confirmar os condicionalismos dos teus sentimentos.
15 janeiro 2011
25 dezembro 2010
As histórias de amor, as histórias de dor
História.
História de mim.
História de ti.
História de construções anafóricas, constantes.
História de um futuro incerto.
História com dois lados diferentes.
História com traços delimitados por condições do futuro.
O tempo parou.
O Sangue que derramou
Foi com uma chuva que não molhou.
A história que rasgou as palavras purificadas
O destino que espelha as letras amargas
Amor, amor, amor.. Onde estás?
Mas não chegaste.. O meu amor perdeu a cor.
Princesa, chega por favor, não quero perder o teu calor.
Mais uma vez não chegaste, sozinho, nesta viela, ... morri.
Agora, nada resta. A reciclagem do meu coração parou.
Serás um fantasma sem rumo? Serei eu, um fantasma?
O que serás tu? O que serei eu?
Não existe pureza. Sinto-me sufocado, com asma.
As impurezas tomaram conta de mim. Assim, morri, na interior solidão.
Ó vento, arrasta-me nas amarguras do meu coração!
História de mim.
História de ti.
História de construções anafóricas, constantes.
História de um futuro incerto.
História com dois lados diferentes.
História com traços delimitados por condições do futuro.
O tempo parou.
O Sangue que derramou
Foi com uma chuva que não molhou.
A história que rasgou as palavras purificadas
O destino que espelha as letras amargas
Amor, amor, amor.. Onde estás?
Mas não chegaste.. O meu amor perdeu a cor.
Princesa, chega por favor, não quero perder o teu calor.
Mais uma vez não chegaste, sozinho, nesta viela, ... morri.
Agora, nada resta. A reciclagem do meu coração parou.
Serás um fantasma sem rumo? Serei eu, um fantasma?
O que serás tu? O que serei eu?
Não existe pureza. Sinto-me sufocado, com asma.
As impurezas tomaram conta de mim. Assim, morri, na interior solidão.
Ó vento, arrasta-me nas amarguras do meu coração!
10 dezembro 2010
sei lá, sei que ninguém vai ler isto - coisa sem importância.
Estou a pensar que não posso deixar para trás a minha vida pessoal. É importante também as coisas que fazem parte da nossa vida, para além da Escola. Estamos num País que é necessário um Homem de Letras iniciar uma revolução anti-governo para resolver os problemas estruturais da porcaria deste País! Partilho da mesma opinião que o meu colega de Turma, Rui Santos, como pode existir uma crise mundial? O dinheiro tem que estar em algum sitio! Assim, vivemos num País ditador, não democrático, porque o Sócrates de uma maneira ou de outra acaba por ditas as leis para o futuro do País. Diga-me, ele perguntou aos portugueses se queriam que a China pagasse metade da divida portuguesa? Não! Ele perguntou aos portugueses as suas perspectivas acerca do Orçamento de Estado 2011? Não! A Assembleia da República é uma ditadura do PS e do PSD. Eles são quem decidem. Os partidos minoritários é quem tem razão naquilo que dizem, nomeadamente, o Bloco de Esquerda! Vamos mas é lutar pelo povo, por nós, e pela preservação da História do nosso país! No que concerne à Educação Portuguesa, o País está completamente degradado. Confronto-me com uma nova disciplina (sim, porque Área de Projecto 12º Ano é diferente da disciplina do ensino básico) onde constantemente sou aniquilado por trabalhos ditados pelo Ministério da Educação com o intuito de enriquecer o aluno no que consta ao seu desenvolvimento pré-universitário, todas aquelas metas que o Ministério impõe (sem primeiro, estudar melhor o que é realmente importante) para os professores alcançarem. Depois também acho graça, aquela nova lei que os professores mais velhos da "casa" ficam e os professores "estagiários" perdem o emprego. Desta forma, os mais velhos da "casa" acarretam com mais trabalho e com menos tempo para a realização do mesmo. Será que a Educação não visa o trabalho especifico? Digam-me! É possível assim?! Não e não e não, e não! A Educação Portuguesa é uma estrutura sem fundamento algum. Em primeiro lugar, vão buscar as ideias aos países europeus. Depois, não conseguem perceber que a população portuguesa é diferente desses países, logo a teoria pode não resultar na prática. Na minha perspectiva, o Aluno devia ser, em primeiro lugar, alvo de inúmeras bases logo no Ensino primário pois, é de pequenino que se torce o pepino! O ensino básico, é o desenvolvimento dessas bases, aprofundando-as de um modo especifico. O Secundário, bem, o Secundário deve ser o auge na carreira do Aluno. Este deve ser motivado pelo País em que vive, pela metodologia do Sistema de Educação e pela Família. A motivação do Aluno, a criação de interesse, é o passo fundamental para o sucesso escolar. Não importa criar Alunos com 19 de média, se não tem a capacidade de interpretação e de criatividade desenvolvida. Mas importa criar um Aluno de 15 de média, e ter a capacidade de interpretação e de criatividade desenvolvida. Não importa estas notas que nos definem, que aliás, CRIAM RÓTULOS NOS ALUNOS. Outra situação, o professor nunca deve ser influenciado por qualquer ligação com o Aluno, deverá ser imparcial e justo e coerente.
Abordando outra temática (que bom! Neste blog posso escrever como eu quiser, sem correcções dos professores que são rigorosas e não deixam a criatividade do aluno divergir), a Economia Portuguesa. Bem, existe tanto para dizer acerca desta temática. Em primeiro lugar, a riqueza de um país está na Agricultura. Logo, acho que a economia portuguesa devia focar-se no desenvolvimento da Agricultura. Quantos campos não estão por aí a monte? Abandonados! Caímos numa era de Industrialização! Porém, o Português, o genuíno, não caiu, pois as raízes do povo português estão bem presentes. A democracia liberal é racista e incoerente com o nosso povo. Põe de parte a população inactiva (população envelhecida) e aposta na população activa (jovens), e mesmo esse desenvolvimento apresenta muitas lacunas. A população envelhecida é o verdadeiro paradigma deste país em decadência. É uma herança que o País tem, mas que o Governo mais uma vez resolve ignorar. Os jovens, bem, o futuro deste país, estão a ser programados (sublinho programados) para seguir esta tendência governamental. Não existe uma coerência fixa na juventude actual. Mas estou contente comigo próprio, muito contente. Tenho sido bastante forte no mundo que me rodeia, sempre analisando cada decisão da melhor maneira possível. Os jovens deste país já não tem uma cultura nem um interesse pela cultura do País. Já não existem valor morais a serem transmitidos - em tão pouco tempo, em tão poucas décadas, o mundo evoluiu tanto, essa evolução que não foi registada até então.
Não gosto. Tenho medo que o nosso País perca a independência para a China. Tenho medo também perder a minha identidade nacional e sócio - cultural. Ás vezes, gostava de ir ao parlamento e expôr os meus medos ao nosso Primeiro - Ministro. Ele não devia de estar em escritórios a elaborar "cenas sem nexo" para o país. Devia de estar cá fora, a fazer trabalho de campo com o povo português. Um povo sem um líder, é um povo sem um rumo, sem um objecto a seguir. O grande problema de portugal é querer seguir paradigmas de outros países, mas não deveria de ser assim. Lembrem-se Portugal sempre marcou a diferença. Há medida que tenta imitar os outros países, só se afunda mais e um dia mais tarde, irá por perder a sua identidade conquistada pelo nosso primeiro rei - o nosso fundador - Rei D.Afonso Henriques.
- meras palavras sem valor, sem sentido nem cognição.
Abordando outra temática (que bom! Neste blog posso escrever como eu quiser, sem correcções dos professores que são rigorosas e não deixam a criatividade do aluno divergir), a Economia Portuguesa. Bem, existe tanto para dizer acerca desta temática. Em primeiro lugar, a riqueza de um país está na Agricultura. Logo, acho que a economia portuguesa devia focar-se no desenvolvimento da Agricultura. Quantos campos não estão por aí a monte? Abandonados! Caímos numa era de Industrialização! Porém, o Português, o genuíno, não caiu, pois as raízes do povo português estão bem presentes. A democracia liberal é racista e incoerente com o nosso povo. Põe de parte a população inactiva (população envelhecida) e aposta na população activa (jovens), e mesmo esse desenvolvimento apresenta muitas lacunas. A população envelhecida é o verdadeiro paradigma deste país em decadência. É uma herança que o País tem, mas que o Governo mais uma vez resolve ignorar. Os jovens, bem, o futuro deste país, estão a ser programados (sublinho programados) para seguir esta tendência governamental. Não existe uma coerência fixa na juventude actual. Mas estou contente comigo próprio, muito contente. Tenho sido bastante forte no mundo que me rodeia, sempre analisando cada decisão da melhor maneira possível. Os jovens deste país já não tem uma cultura nem um interesse pela cultura do País. Já não existem valor morais a serem transmitidos - em tão pouco tempo, em tão poucas décadas, o mundo evoluiu tanto, essa evolução que não foi registada até então.
Não gosto. Tenho medo que o nosso País perca a independência para a China. Tenho medo também perder a minha identidade nacional e sócio - cultural. Ás vezes, gostava de ir ao parlamento e expôr os meus medos ao nosso Primeiro - Ministro. Ele não devia de estar em escritórios a elaborar "cenas sem nexo" para o país. Devia de estar cá fora, a fazer trabalho de campo com o povo português. Um povo sem um líder, é um povo sem um rumo, sem um objecto a seguir. O grande problema de portugal é querer seguir paradigmas de outros países, mas não deveria de ser assim. Lembrem-se Portugal sempre marcou a diferença. Há medida que tenta imitar os outros países, só se afunda mais e um dia mais tarde, irá por perder a sua identidade conquistada pelo nosso primeiro rei - o nosso fundador - Rei D.Afonso Henriques.
- meras palavras sem valor, sem sentido nem cognição.
25 novembro 2010
Os quatro ventos
O que escrevo não faz sentido.
O que escrevo é um folha de um ser ferido.
O que não escrevo é o que sinto.
O que não escrevo é o que pinto.
O que desenho é um rabisco
O que desenho é um tormento
O que não desenho é o que sinto
O que não desenho é o que minto
O que pinto é um quadro
O que pinto é algo arrumado
O que não pinto é uma história
O que não pinto é uma memória
O que sinto é o que não escrevo
O que sinto é o que não faz sentido
O que não sinto é que sinto
O que não sinto é ...
Sérgio Miguel
12 novembro 2010
a razão anti-sentimentalista
Não quero cabular o meu conhecimento. Quero sentir o que vejo e ouço. Não quero uma sequência de regras a seguir. Acho que perdi parte de mim.. Com o avanço da idade, os objectivos, as prioridades, as emergências monetárias e sociais, tomaram conta de mim. Fui acorrentado a uma sociedade que sempre evitei. Perdi a sentimentalidade, a subjectividade, a minha definição de felicidade. Tudo é tão racional e rigoroso. Recordo-me dos meus impulsos onde não queria saber de nada. Desculpem, mas Fernando Pessoa tem razão. A poesia dele é extremamente sentimental, não é anti-sentimentalista. Partam em busca da essência da sua escrita: emoção. O pensamento é a dor. A razão é sofrimento.
Amo as coisas sem sentimentalidade nenhuma, porque? Que nojo de mim próprio! Porque é que o meu olhar é racional? Porque é não existe emoção no meu coração? Porque não consigo viver numa inconsciência? Porque é que é tão difícil encontrar fragmentos de subjectividade dentro de mim? - Questionabilidade, só.
Porque é que eu não posso escrever como eu quero, em todas as situações? Porque é que sou tão condicionado pela sociedade? Pelas regras? Pelo medo de ser diferente?
- não gosto do meu heterónimo.
» Sou racional, porque já senti o Amor.
Amo as coisas sem sentimentalidade nenhuma, porque? Que nojo de mim próprio! Porque é que o meu olhar é racional? Porque é não existe emoção no meu coração? Porque não consigo viver numa inconsciência? Porque é que é tão difícil encontrar fragmentos de subjectividade dentro de mim? - Questionabilidade, só.
Porque é que eu não posso escrever como eu quero, em todas as situações? Porque é que sou tão condicionado pela sociedade? Pelas regras? Pelo medo de ser diferente?
- não gosto do meu heterónimo.
» Sou racional, porque já senti o Amor.
07 novembro 2010
não sou mais que ninguém, sou só alguém.
Recordo-me estar noites e noites acorrentado ás estrelas que iluminavam o meu caminho. Recordo-me também, das linhas ténues do meu coração que tremiam com o respirar do meu olhar. Mas recordo-me acima de tudo, de evidenciar que todas estas recordações iriam ficar para sempre, e assim foi. Agora são apenas recordações que fazem parte do meu ser, do meu ortónimo, e fazem parte das essências dos meus heterónimos. Sou moldado pelo meu passado, pelos meus erros e convicções. Sou assim e não existe nada a fazer. É a minha forma de ser feliz e livre, porque um ser humano oprimido é um sinónimo de um coração partido.
Conquanto, as lacunas do meu modelo estandardizado é presidido pela falta de criatividade da hereditariedade individual de cada um. Apesar de ser Humano, não sou estandardizado. Mas o meu "modelo de estandardização" deve-se ao facto da minha hereditariedade especifico. Assim, não renuncio a minha espécie (Humanidade) pois, é a única espécie capaz de sentir.
Conquanto, as lacunas do meu modelo estandardizado é presidido pela falta de criatividade da hereditariedade individual de cada um. Apesar de ser Humano, não sou estandardizado. Mas o meu "modelo de estandardização" deve-se ao facto da minha hereditariedade especifico. Assim, não renuncio a minha espécie (Humanidade) pois, é a única espécie capaz de sentir.
02 novembro 2010
O rigor do sentimento
Boa noite , sonhos e promessas. Venho aqui expor os meus tormentos.
Cada vez mais no nosso quotidiano estamos limitados a teorias positivistas. O que são? Tudo é mensurável e tudo é quantificável. Vivemos sobre uma sociedade de regras em que tudo é certo e nada é subjectivo. O Tudo é tão unilateral e nada é subjectivo. Sinto-me triste por assim ser. Sinto-me retardado a nível social, não por carências sociais mas sim porque não gosto de seguir modas, gosto daquilo que é "velho" porque é essa essência que me traz conhecimento. Gosto de Fernando Pessoa e Alberto Caeiro, mas não gosto dos poetas actuais. Gosto de computadores antigos, e não gosto de portáteis. Gosto de musicas antigas, não gosto de 75% da música actual.
Outra situação, é esta nova era da tecnologia, uso só a que necessito porque sou condicionado. Não era tudo muito mais puro quando mandávamos cartas aos nossos namorados? Quando eu trocava toques de telefone com as meninas que gostava? Quem pensou haver agora tarifários que nos permitem de alguma forma possuir mensagens grátis? - Questões só. Agora, todos usamos portáteis da nova tecnologia, e a cada segundo somos confrontados com as produções em massa dos mesmos. Todos os estudantes, quando o professor lança um projecto, utilizam de imediato o portátil, chega. Esta nova era de rigor, de metodologias concretas, está a fechar o nosso hemisfério direito (O hemisfério direito é responsável pelo nosso lado criativo e intuitivo). Eu sei, vocês pensam - mas, e toda esta nova tecnologia? Todas estas novas invenções? - Que partido é tirado de tudo isto? É tudo um jogo de marketing, de dinheiro e interesses pessoais. O ser humano parte em busca de novas tecnologias para ter a vida facilitada. Não? Pois. Todo estes últimos 100 anos foram fotografados com o titulo de "A rapidez do século", e eu penso para mim será um aspecto positivo ou negativo? - Ora, questões!
Ainda outra questão, acerca de mim. Há quanto tempo não escrevo eu, uma emoção pura? Há quanto tempo não escrevo o que me apetece? Sem querer saber de pontuações, de virgulas, de acentos? - Pois, perdi parte da minha essência devido às condicionantes impostas pela sociedade. Mas chega. Não quero mais saber, eu sou o que sou. Ninguém me vai quebrar a minha linguagem, o meu coração, a minha força de acreditar. Foi assim que nasci, herdei, e moldei. É assim que sou. É assim que sou feliz, a recordar o passado. E é assim que vou viver, até um dia morrer.
Cada vez mais no nosso quotidiano estamos limitados a teorias positivistas. O que são? Tudo é mensurável e tudo é quantificável. Vivemos sobre uma sociedade de regras em que tudo é certo e nada é subjectivo. O Tudo é tão unilateral e nada é subjectivo. Sinto-me triste por assim ser. Sinto-me retardado a nível social, não por carências sociais mas sim porque não gosto de seguir modas, gosto daquilo que é "velho" porque é essa essência que me traz conhecimento. Gosto de Fernando Pessoa e Alberto Caeiro, mas não gosto dos poetas actuais. Gosto de computadores antigos, e não gosto de portáteis. Gosto de musicas antigas, não gosto de 75% da música actual.
Outra situação, é esta nova era da tecnologia, uso só a que necessito porque sou condicionado. Não era tudo muito mais puro quando mandávamos cartas aos nossos namorados? Quando eu trocava toques de telefone com as meninas que gostava? Quem pensou haver agora tarifários que nos permitem de alguma forma possuir mensagens grátis? - Questões só. Agora, todos usamos portáteis da nova tecnologia, e a cada segundo somos confrontados com as produções em massa dos mesmos. Todos os estudantes, quando o professor lança um projecto, utilizam de imediato o portátil, chega. Esta nova era de rigor, de metodologias concretas, está a fechar o nosso hemisfério direito (O hemisfério direito é responsável pelo nosso lado criativo e intuitivo). Eu sei, vocês pensam - mas, e toda esta nova tecnologia? Todas estas novas invenções? - Que partido é tirado de tudo isto? É tudo um jogo de marketing, de dinheiro e interesses pessoais. O ser humano parte em busca de novas tecnologias para ter a vida facilitada. Não? Pois. Todo estes últimos 100 anos foram fotografados com o titulo de "A rapidez do século", e eu penso para mim será um aspecto positivo ou negativo? - Ora, questões!
Ainda outra questão, acerca de mim. Há quanto tempo não escrevo eu, uma emoção pura? Há quanto tempo não escrevo o que me apetece? Sem querer saber de pontuações, de virgulas, de acentos? - Pois, perdi parte da minha essência devido às condicionantes impostas pela sociedade. Mas chega. Não quero mais saber, eu sou o que sou. Ninguém me vai quebrar a minha linguagem, o meu coração, a minha força de acreditar. Foi assim que nasci, herdei, e moldei. É assim que sou. É assim que sou feliz, a recordar o passado. E é assim que vou viver, até um dia morrer.
16 outubro 2010
Momentos
Ainda vejo alguns deputados na Assembleia da república que zelam pelo interesse do povo. Foi bom. Foi magnifico o que ouvi hoje na televisão. Ouvir uma deputada a enfrentar o nosso actual primeiro ministro, quando o confronta com o facto de utilizar carros topo de gama em cimeiras e ter o descaramento de defender um orçamento de estado em que são os PORTUGUESES (sim, porque ele não é um português) que apertam o Cinto.
25 setembro 2010
09 setembro 2010
vazio,
Não consigo escrever. Dou por mim, tentando encontrar as emoções que davam a vida a minha felicidade. Procuro no fado, procuro nos mais inúmeros filmes, desde portugueses ate americanos, encontrar no meio daquelas histórias um pouco da minha. Já elaborei muitos planos, ja preenchi formulários para a felicidade, mas não consigo encontrar - nao sei porque. Parece que me perdi no meio do tempo, no meio desta tempestade. Já fui tão forte, mas estou fraco e sem forças para lutar. As palavras custam a sair, e o meu coração começa a partir a emoção
08 setembro 2010
O Ciclo do Amor
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil.
Mas, um dia vamos abrir o nosso coração e deixar que alguém lhe toque profundamente e uma bela melodia preencha o espaço vazio que outrora foi utilizado, ou não! Vamos proferir as mais belas magias em conjunto com as notas da mais bela e ultima melodia e dar luz a nossa escuridão. Vamos sentir uma enorme felicidade que por momentos parece-se com uma irrealidade. Iremos proclamar as nossas crenças, assim como, o nosso sentimento: o Amor. Todos os mencionados sentirão também a imensa chama da paixão - a vibração do seu coração.
Entretanto, a chuva e as nuvens cinzentas começam a surgir, e o nosso olhar começa a partir. O coração começa a sofrer, e as nossas emoções começam a fomentar o medo de perder alguém. Começamos então a encontrar as reflexões daquilo que realmente sentimos, começamos adicionar a racionalidade aos nossos sentimentos e encontrar o equilíbrio correcto ate que a racionalidade começa a preencher as veias corrompidas do nosso coração.
Sendo neste contexto onde o Amor nasce: num estado de supremacia da sentimentalidade. E é neste contexto, que o Amor morre: num estado de supremacia da racionalidade, ou seja, quando a racionalidade supera a sentimentalidade nas veias «rotas» do nosso coração.
(...)
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil, pois este ja sofreu imenso com aquilo que já sentiu, o Amor.
Mas, ...
O amor é como a Fénix, por vezes, necessita de morrer para renascer das cinzas e dar um novo brilho aquilo que chama-mos de Felicidade.
Mas, um dia vamos abrir o nosso coração e deixar que alguém lhe toque profundamente e uma bela melodia preencha o espaço vazio que outrora foi utilizado, ou não! Vamos proferir as mais belas magias em conjunto com as notas da mais bela e ultima melodia e dar luz a nossa escuridão. Vamos sentir uma enorme felicidade que por momentos parece-se com uma irrealidade. Iremos proclamar as nossas crenças, assim como, o nosso sentimento: o Amor. Todos os mencionados sentirão também a imensa chama da paixão - a vibração do seu coração.
Entretanto, a chuva e as nuvens cinzentas começam a surgir, e o nosso olhar começa a partir. O coração começa a sofrer, e as nossas emoções começam a fomentar o medo de perder alguém. Começamos então a encontrar as reflexões daquilo que realmente sentimos, começamos adicionar a racionalidade aos nossos sentimentos e encontrar o equilíbrio correcto ate que a racionalidade começa a preencher as veias corrompidas do nosso coração.
Sendo neste contexto onde o Amor nasce: num estado de supremacia da sentimentalidade. E é neste contexto, que o Amor morre: num estado de supremacia da racionalidade, ou seja, quando a racionalidade supera a sentimentalidade nas veias «rotas» do nosso coração.
(...)
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil, pois este ja sofreu imenso com aquilo que já sentiu, o Amor.
Mas, ...
O amor é como a Fénix, por vezes, necessita de morrer para renascer das cinzas e dar um novo brilho aquilo que chama-mos de Felicidade.
Sérgio Miguel
23 agosto 2010
A Porta ao Lado
A estrela do caminho
É a certeza de estar sozinho
A luz que me ilumina
É a força que me domina
As tempestades são um inferno
Não encontro um som eterno
Não encontro o calor!
Encontro sempre o Amor.
O meu coração, o meu sofrimento
O meu desejo é liberdade
Porém, é pisado com pedaços de cimento
Um espelho de infelicidade!
A estrela continua a navegar
A luz, por outro lado, fugiu..
Já nada domina..
Conquanto, estou com medo de avançar..
Será que perdi a força do meu olhar?
É a certeza de estar sozinho
A luz que me ilumina
É a força que me domina
As tempestades são um inferno
Não encontro um som eterno
Não encontro o calor!
Encontro sempre o Amor.
O meu coração, o meu sofrimento
O meu desejo é liberdade
Porém, é pisado com pedaços de cimento
Um espelho de infelicidade!
A estrela continua a navegar
A luz, por outro lado, fugiu..
Já nada domina..
Conquanto, estou com medo de avançar..
Será que perdi a força do meu olhar?
Sérgio Manuel Ribeiro Miguel
O toque da solidão
Inverno de 2005
"O pequeno coração começava a criar uma força fora do normal"
21 de Março de 2006
"Sobre o sol brilhante o primeiro amor deu forma ao calor que se fazia sentir.."
Verão de 2006
"Esse sobre o sol nasceu e pelo sol fez magoar, pela primeira vez.."
14 de Setembro de 2006
"A primeira emoção de reconciliação foi a vida de um coração"
21 de Setembro de 2006
"Sob o lema da Amizade, o amor foi escrito em palavras, frases e textos, foi um Momento de felicidade.."
Inverno de 2006
"O céu gelado deu a continuidade do sofrimento evidenciado pela extensão do sentimento"
Primavera de 2007
"Os primeiros erros do sentimento foram o rebento da falta de equilibrio"
12 de Junho de 2007 ás 19horas e 19 minutos
"Sobre as águas calmas, a ria foi o palco de um novo teatro, de um novo guião, de uma nova força no coração"
Inverno de 2007
"A traição chegou e consigo tudou levou"
13 de Janeiro de 2008
"O tempo tudo apagou e a história mudou - A Grande Prova de Amor"
14 de Fevereiro de 2008
"O Amor atingiu o seu pleno"
Inverno de 2008
"A vida era um mar de rosas, mas os picos foram esquecidos"
13 de Janeiro de 2009
"Tudo acabou. O Sonho Cor-de-Rosa foi quebrado pela desilusão da dor do meu coração"
Primavera de 2009
"As trevas chegaram e o sabor do pecado quebrou a minha emoção"
Verão de 2009
"O paraíso voltou. Porém, num segundo tudou mudou - Já não havia sentimento"
Setembro de 2009
"A fuga foi a cura do momento da dor do meu coração - mar por tradição"
Inverno de 2009
"Sobre o céu amargo e gelado, sobre as tempestades e furacões, uma nova fogueira acendeu os paus desgastos do meu coração"
Primavera de 2010
"A felicidade era o calor da fogueira - nada mais importava"
Verão de 2010
"O medo de amar foi mais forte que tudo e todos e a fogueira começou a perder a sua força"
"O pequeno coração começava a criar uma força fora do normal"
21 de Março de 2006
"Sobre o sol brilhante o primeiro amor deu forma ao calor que se fazia sentir.."
Verão de 2006
"Esse sobre o sol nasceu e pelo sol fez magoar, pela primeira vez.."
14 de Setembro de 2006
"A primeira emoção de reconciliação foi a vida de um coração"
21 de Setembro de 2006
"Sob o lema da Amizade, o amor foi escrito em palavras, frases e textos, foi um Momento de felicidade.."
Inverno de 2006
"O céu gelado deu a continuidade do sofrimento evidenciado pela extensão do sentimento"
Primavera de 2007
"Os primeiros erros do sentimento foram o rebento da falta de equilibrio"
12 de Junho de 2007 ás 19horas e 19 minutos
"Sobre as águas calmas, a ria foi o palco de um novo teatro, de um novo guião, de uma nova força no coração"
Inverno de 2007
"A traição chegou e consigo tudou levou"
13 de Janeiro de 2008
"O tempo tudo apagou e a história mudou - A Grande Prova de Amor"
14 de Fevereiro de 2008
"O Amor atingiu o seu pleno"
Inverno de 2008
"A vida era um mar de rosas, mas os picos foram esquecidos"
13 de Janeiro de 2009
"Tudo acabou. O Sonho Cor-de-Rosa foi quebrado pela desilusão da dor do meu coração"
Primavera de 2009
"As trevas chegaram e o sabor do pecado quebrou a minha emoção"
Verão de 2009
"O paraíso voltou. Porém, num segundo tudou mudou - Já não havia sentimento"
Setembro de 2009
"A fuga foi a cura do momento da dor do meu coração - mar por tradição"
Inverno de 2009
"Sobre o céu amargo e gelado, sobre as tempestades e furacões, uma nova fogueira acendeu os paus desgastos do meu coração"
Primavera de 2010
"A felicidade era o calor da fogueira - nada mais importava"
Verão de 2010
"O medo de amar foi mais forte que tudo e todos e a fogueira começou a perder a sua força"
Sérgio Ribeiro & Sérgio Miguel
19 agosto 2010
Caminhos rejeitados
Admito, sou um ser com inúmeras facetas. Porquê? A cada situação devemos tentar adaptar-nos de modo a criar condições necessárias à melhor interpertação e consequente evitar acções incorrectas. Devemos ser flexíveis de modo a criar uma linha permissora de felicidade. Já estive perante um vazio com inúmeras portas e caminhos, fechado e com a pressão do tempo, o bater do coração que parecia mais aqueles ponteiros dos relógios antigos a moverem-se a contar os segundos para a contagem decrescente.. Recordo-me, de tomar uma decisão impulsiva, não! Duas, não! Três, não.. Foram tantas! Por mudar tanto, o meu medo de mudar cresceu e tomou uma forma inevitávelmente de fortaleza. Se tivesse escolhido a porta A, hoje era um ser com um modo de vida completamente diferente, teria um modo de pensar, daquele que tenho, neste momento. Se tivesse escolhido a porta B, a primeira porta mais provável a facilitar o dito e cujo caminho para a felicidade, hoje era uma pessoa diferente - na sua totalidade. Mas, aqueles canais, aqueles barulhos esquizofénicos estremeceram o meu coração que foi obrigado a redar pé daquele sítio incomodador. Rumei, em rumo das origens - Foi uma fuga. Refugiei-me numa toca - a toca do lobo. Não quero mais uma sinalização temporária de felicidade. Quero um sinal definitivo, um sinal que de forma à força que irá derrotar este vendaval.
As melodias do meu coração são as emoções das minhas filosofias.
Sérgio Miguel, «A História da Castanha e do Floquinho de Neve»
As melodias do meu coração são as emoções das minhas filosofias.
Sérgio Miguel, «A História da Castanha e do Floquinho de Neve»
07 agosto 2010
A nostalgia da felicidade
Sobre o céu estrelado, o segredo repousa. Um segredo bem fechado, onde só os melhores historiadores teêm as capacidades/condições para percorrer todo o caminho até o segredo. As origens desses, são como túmulos sem possível abertura - uma impossibilidade de ruptura. É necessário conhecer os cantos da história, os mais pequeninos promenores para conseguir encaixar as peças do puzzle. É preciso os conhecimentos científicos e comuns para encontrar o segredo da rosa fechada. A História guarda inúmeros segredos, mas o segredo da felicidade ninguem o conseguirá desvendar. O segredo da vida eterna, da vida plena.
Sobre esse céu estrelado, os rios terbulentos serão ainda mais fortes que o Cabo Bojador, nem Bartolomeu Dias conseguiria superar o poder da soberania. O escuro que ilumina essas correntes horrorosas, frias, congeladoras, é o palco da manifestação do segredo.
Sérgio Manuel Ribeiro Miguel
Sobre esse céu estrelado, os rios terbulentos serão ainda mais fortes que o Cabo Bojador, nem Bartolomeu Dias conseguiria superar o poder da soberania. O escuro que ilumina essas correntes horrorosas, frias, congeladoras, é o palco da manifestação do segredo.
Sérgio Manuel Ribeiro Miguel
29 julho 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Cansaço
O puro olhar do limite :')