Tenho medo. Estou onde quero e como quero. Mas, tenho medo. Por vezes, sinto-me "mais só, que sozinho". O medo de falhar, o medo de errar, e o medo de avançar tomam conta das células que me constituem. Pareço um cobarde a querer voltar para "casa", para o meu porto de abrigo. Aquele porto de abrigo repleto de cultura e saber, aquele lugar onde sou eu, sem influências da sociedade: é o sítio onde eu sou verdadeiro comigo próprio. Enquanto, o tempo voa, dou por mim desatinado, sem ter uma orientação fixa para o que realmente quero; sinto um turbilhão de sentimentos, de ideias, de seres. E agora Fernando Pessoa, qual é o heterônimo que tenho que criar para este ciclo?
Não tenho cor, e sinto dor. O grande problema de muitas coisas, é saber identificar aquilo que está a existir: os problemas, as amarguras. Mas eu não consigo identificar o que realmente dói. Sinto-me num mundo de falsidade, sem verdade. Por entre as paredes construídas pelos mais belos arquitectos, não consigo encontrar um novo heterônimo para a minha nova forma de viver. Vivo neste país, à margem da insolvência, que em vez de apostar em "marketing-mix", aposta numa "troika-mix". Vivo neste país, que tanto me orgulho pela sua história, pela sua inovação, por tantas coisas. Mas tenho medo. Não consigo livrar-me deste medo que me atormenta. Porquê? Porquê? Porquê?.
Tudo é cotado.
Já nada faz sentido.
Não existe margens, mas sim números exactos. A minha função tem como domino agora todos os números racionais, mas o meu contradomínio deixou de ser R. As coisas estão complexas, é uma mistura de inversas, de compostas, de logaritmos, é tudo. Tudo é contabilizado, nada é subjectivo.
Será que perdi a minha essência?
Uma vida de sonhos e de promessas
O passado pode confirmar os condicionalismos dos teus sentimentos.
29 Janeiro 2012
07 Outubro 2011
O significado do ponteiro dos segundos
Não consigo encontrar uma forma de abafar o som enternecedor do ponteiro dos segundos. Só perspectivo uma forma: retirar a pilha; mas.. assim o relógio deixa de funcionar! (?) Por vezes, sinto a vida a passar ao lado de uma forma tão cruel e dura e fria. É nesse momento que conto os minutos para acabar o meu dia... É esse o extremo, o meu extremo: a indiferença, a melancolia, a nostalgia - a minha poesia. Conquanto, a minha constante ruptura com o paradigma, transforma-me num ser renovado, transforma-me num animal feliz. Não pertenço a esta época, não sou fruto da moldagem do presente. Eu sou renascimento. Aquela magia ingénua, aquele subtil toque arquitecto nas pequenas habitações que davam abrigo a muitos renascentistas que defendiam os seus ideias com o coração e não com a razão. Então, como faço para o ponteiro dos segundos volte atrás? Pois, o meu coração ardente necessita de uma analepse. Eu quero viver no passado, porque o passado é uma certeza e o presente é um fruto do incerto que o futuro proporciona.
« Antigamente, sofria e sabia porquê. Hoje, sofro, não sei porquê, não sei de quê »
« Antigamente, sofria e sabia porquê. Hoje, sofro, não sei porquê, não sei de quê »
14 Setembro 2011
cousas rudes
Os anos passam, mas a vida não nos pode passar ao lado. A vida tem uma faceta aprazível, uma vez que se nós potencializarmos as nossas capacidades e competências conseguimos ultrapassar as barreiras que o "fathum" se encarrega de nos colocar ao longo da nossa caminhada. É neste contexto, mais que histórico por sinal, que consigo sustentar a teoria de que somos a união de vários momentos e de inúmeras vivências.
A amostra que observei, retirada do meu pequeno mundo, é evidente. A Média é variável e de fácil alvo a "outliers". No entanto, a Mediana é a medida de dispersão mais fiável: ainda existe amor entre humanos. Os quartis já não conseguem definir aquilo que é extremo em nós. É necessário encontrar novamente o equilíbrio entre a Mediana e a Média. No entanto, penso que não será possível, na medida em que existirá sempre um elemento diferente, um número elementar. A sequência que se pretendia foi atropelada pela era da nova tecnologia, "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades". Agora tudo se resumo a um "binário". Tudo é programado através de dois números: 1 e 0.
É uma perspectiva perfeitamente refutável; agora já não são as emoções que nos guiam, que nos mostram o caminho e que nos fazem “voltar novamente a acreditar nas nossas possibilidades e potencialidades. Deste modo, o meu maior desejo é que, dentro de dois ou três anos, o tão propagado insucesso nacional seja um mito que já foi desmistificado. Um mito que já foi ultrapassado. Um mito que já foi superado. Um medo que já foi vencido. Um medo que não faz mais sentido. Tenho a certeza que tal acontecerá. É só uma questão de tempo." (in “O Medo do Insucesso Nacional, 2009, Esfera dos Livros, Álvaro Santos Pereira)
16 Agosto 2011
O amor é a emoção das circunstâncias.
· Hoje sou uma folha preenchida. Sinto que sou capaz!
Ás vezes a luz era trémula e mais o era quando proclamava o teu nome. Hoje, a inicial do meu nome está bem presente e o caminho ainda mais iluminado. Os ideais estão presentes – eu não fugi daquilo que desenhei, escrevi e pintei. É verdade que o meu hemisfério não é artístico, mas emocional, paradoxal e oximoro. Mas isso não será arte? Que antítese! É verdade também que já não sei escrever, pois só sei que nada sei. Conquanto, a única coisa que sei é sentir. Sou um perfeito vazio, que em nada é perfeito. Sou o único a não olhar o céu, e a reparar que levantas-te o véu e partiste. Sou o único que nada escreve, porque as articulações frásicas já não fazem sentido. Já não sou um todo, mas sim pedaços de um país multifacetado. Sou assim, um conjunto de circunstâncias em perfeita harmonia com a emoção de sentir. Sou um momento, mas nunca uma eternidade.
As interpretações são falácias. E é por isso que cheguei à essência da minha vida – ás vezes o mais óbvio é o que menos é.
05 Agosto 2011
olhar sofredor
As breves paisagens iluminam os raios de sol que tu guardas-te. A sombra do canto, aquele tão movimentado, era dourada, encarnada. (?) Aquele olhar trémulo que lançavas ao vazio era como uma voz muda que será atropelada, em cima de uma passadeira. O sofrimento e o vazio estavam em ti, desconhecida. Pareceu-me que parte de mim fugiu; encontrei-a de imediato em ti, junto desse teu coração rejuvenescente. São pequenos momentos que dão alento aquilo que ainda sou. Os momentos vão e partem, ficam e nascem, mas há certas coisas que incomodam como andar à chuva. A cada ciclo, o meu subconsciente vai guardado cada pedaço teu, meu, de todos os pronomes pessoais existentes: eu, tu, eles, nós, vós e eles. Tudo é igual, mas circunstanciado de moldes variados. Será que é aqui que reside a simplicidade da vida? Se assim for, assim estarei cego. Foi esse teu olhar profundamente vazio que abanou o meu ser, porque quando tomas uma decisão todo o mundo sofre com ela, indirectamente ou directamente. Não consegues ser indiferente a nada, tudo te toca, tudo é tudo e tudo é nada. Tudo o que fazes, muda qualquer coisa. E se não fizeres nada? Se não fizeres nada, já estás a fazer alguma coisa...
02 Julho 2011
Um Aveirense
Quadrados de vida embalados no mais doce puro amargo «fado». Triângulos de vida amarrados a uma constante permanência de dilemas. Afinal o que é isto?
Os vectores da vida são aqueles que tu próprio crias em função dos teus objectivos e perspectivas para o teu «destino». Somos pedaços de um Mundo, com inúmeros interesses e variadíssimas contradições. Adoro oximoros, mas ainda amo mais paradoxos. Não creio nestas mentalidades actuais que se amarram ao conformismo e simples aceitação do modo como a vida se desenrola. É uma memória de amor que faz com que as mentalidades mudem, porque o «amor é tudo»; e eu só sei que nada sou, e também sei que nada sei. Não quero mais seguir as condições que me são impostas para ser bem sucedido. São poetas como Fernando Pessoa, entre outros, que me fazem perceber e entender a minha essência. Ás vezes, quero escrever o que me apetecer, mas aquilo que escrevo não é por desejo; é por, simplesmente, ser obrigado a libertar estes sentimentos agarrados ao meu coração. Muitas vezes, foi difícil ultrapassar as injustiças e as tempestades que o meu «fathum» se encarregou de me "atormentar". Vivi situações que me marcaram de forma muito negativa, em que as injustiças sempre foram algo que sempre quis denunciar. É este meu coração patriótico que pede à nova ministra da Justiça, que para, escute e olhe para as problemáticas que o país vive.
São pequenas linhas de divergência que o meu texto relata, mas é assim que eu escrevo, porque eu não sou esquematizado, sou desorganizado e amarrado a um leque de emoções. Porém, aquilo que a sociedade vê é aquilo que eu não sou, pois aquilo que sou, ninguém sabe, nem eu próprio.
« Uma vida de sonhos e promessas, que mesmo depois de muitas tempestades, conseguiu vincar logo, na 1ª etapa, é hora de reflectir e continuar a trabalhar para vencer a 2ª etapa, vai ser difícil? Vai! Mas se não o fosse, eu não queria estar aqui. »
Os vectores da vida são aqueles que tu próprio crias em função dos teus objectivos e perspectivas para o teu «destino». Somos pedaços de um Mundo, com inúmeros interesses e variadíssimas contradições. Adoro oximoros, mas ainda amo mais paradoxos. Não creio nestas mentalidades actuais que se amarram ao conformismo e simples aceitação do modo como a vida se desenrola. É uma memória de amor que faz com que as mentalidades mudem, porque o «amor é tudo»; e eu só sei que nada sou, e também sei que nada sei. Não quero mais seguir as condições que me são impostas para ser bem sucedido. São poetas como Fernando Pessoa, entre outros, que me fazem perceber e entender a minha essência. Ás vezes, quero escrever o que me apetecer, mas aquilo que escrevo não é por desejo; é por, simplesmente, ser obrigado a libertar estes sentimentos agarrados ao meu coração. Muitas vezes, foi difícil ultrapassar as injustiças e as tempestades que o meu «fathum» se encarregou de me "atormentar". Vivi situações que me marcaram de forma muito negativa, em que as injustiças sempre foram algo que sempre quis denunciar. É este meu coração patriótico que pede à nova ministra da Justiça, que para, escute e olhe para as problemáticas que o país vive.
São pequenas linhas de divergência que o meu texto relata, mas é assim que eu escrevo, porque eu não sou esquematizado, sou desorganizado e amarrado a um leque de emoções. Porém, aquilo que a sociedade vê é aquilo que eu não sou, pois aquilo que sou, ninguém sabe, nem eu próprio.
« Uma vida de sonhos e promessas, que mesmo depois de muitas tempestades, conseguiu vincar logo, na 1ª etapa, é hora de reflectir e continuar a trabalhar para vencer a 2ª etapa, vai ser difícil? Vai! Mas se não o fosse, eu não queria estar aqui. »
25 Janeiro 2011
Suave toque da guitarra no meu coração embala
Está escuro.
A luz do sol é corrompida no limiar do luar da noite.
É na luz da noite que os sentimentos começam a representar, nos inúmeros palcos da vida, é à noite quando estás sozinho que vives os teus melhores momentos;
É a manifestação do teu ser, é a manifestação de um turbilhão de sentimentos sem quaisquer direcção.
Espera. Sabes.. Podes ser perfeito naquilo que fazes, mas se não o fizeres com o coração nunca existirá perfeição. Quando fazemos as coisas com a mínima sabedoria e com uma força inexplicável o resultado será sempre o melhor. Estás a ver aqueles cantores todos cheios de requisitos? Não me tocam. São modas que me passam ao lado. A música têm-se tornado numa indústria. As indústrias não foram feitas para fomentar a cultura do ser intelectual mas sim, tal como tudo hoje em dia, para desenvolver a economia nacional. Recordas-te dos anos 80? O auge da música até os dias de hoje. São músicas com sentimento com dor e amor. Não com dinheiro e modas. Conquanto, ainda existem pequenos cantores que sem modas e dinheiro, vão encantando o meu coração com músicas bonitas, sentidas e nostálgicas.
É então no limiar da noite que perco as forças, após um dia recheado de momentos bons menos bons, que adormeço para amanha acordar com novas forças, ou seja, renascer a cada dia, porque cada dia é diferente do anterior, e, sendo assim, quero ser um «eu» novo a cada hora, minuto e segundo.
A luz do sol é corrompida no limiar do luar da noite.
É na luz da noite que os sentimentos começam a representar, nos inúmeros palcos da vida, é à noite quando estás sozinho que vives os teus melhores momentos;
É a manifestação do teu ser, é a manifestação de um turbilhão de sentimentos sem quaisquer direcção.
Espera. Sabes.. Podes ser perfeito naquilo que fazes, mas se não o fizeres com o coração nunca existirá perfeição. Quando fazemos as coisas com a mínima sabedoria e com uma força inexplicável o resultado será sempre o melhor. Estás a ver aqueles cantores todos cheios de requisitos? Não me tocam. São modas que me passam ao lado. A música têm-se tornado numa indústria. As indústrias não foram feitas para fomentar a cultura do ser intelectual mas sim, tal como tudo hoje em dia, para desenvolver a economia nacional. Recordas-te dos anos 80? O auge da música até os dias de hoje. São músicas com sentimento com dor e amor. Não com dinheiro e modas. Conquanto, ainda existem pequenos cantores que sem modas e dinheiro, vão encantando o meu coração com músicas bonitas, sentidas e nostálgicas.
É então no limiar da noite que perco as forças, após um dia recheado de momentos bons menos bons, que adormeço para amanha acordar com novas forças, ou seja, renascer a cada dia, porque cada dia é diferente do anterior, e, sendo assim, quero ser um «eu» novo a cada hora, minuto e segundo.
15 Janeiro 2011
Caminho sombrio
Já não existem metáforas ou comparações, ou até mesmo, perífrases que decifrem o enigma do meu coração. A dor dos símbolos carismáticos da antiguidades está presente em cada artéria do meu ser. Todo o seu objecto tem uma duração limitada e um fim condicionado. Os tempos mudam e as vontades também acompanham essa mudança, tal como diria o nosso grandioso poeta - Luís Vaz de Camões - que caracteriza com uma grande metáfora aquilo que é o amor - "amor é fogo que arde sem se ver". Esta invisibilidade mata-me: não consigo encontrar as definições concretas da maior força do mundo, da essência da vida humana. A quilometragem do meu coração, única capacidade estruturante capaz de encontrar a definição deste "sentimento", já não é propriamente inicial. A vida já me reservou imensas armadilhas, imensos buracos, como aqueles que os Espanhóis caíram, nas teias assassinas que o nosso grandioso, Nuno Alvares Pereira, deitou na Batalha de Aljubarrota, quando estes tentavam invadir Portugal no século XIV. Assim estou, encostado à berma, sozinho e abandonado, à margem de um vento fraco e um céu escuro e duro e frio. Assim estou, sem ninguém, nem à espera de ninguém. Quero estar assim, melancólico, sonhando, porque ainda não se paga imposto para sonhar, a não ser que no próximo Orçamento de Estado, já exista um imposto para taxar um Sonhador.
Sérgio Miguel, 15 de Janeiro de 2011
Sérgio Miguel, 15 de Janeiro de 2011
25 Dezembro 2010
As histórias de amor, as histórias de dor
História.
História de mim.
História de ti.
História de construções anafóricas, constantes.
História de um futuro incerto.
História com dois lados diferentes.
História com traços delimitados por condições do futuro.
O tempo parou.
O Sangue que derramou
Foi com uma chuva que não molhou.
A história que rasgou as palavras purificadas
O destino que espelha as letras amargas
Amor, amor, amor.. Onde estás?
Mas não chegaste.. O meu amor perdeu a cor.
Princesa, chega por favor, não quero perder o teu calor.
Mais uma vez não chegaste, sozinho, nesta viela, ... morri.
Agora, nada resta. A reciclagem do meu coração parou.
Serás um fantasma sem rumo? Serei eu, um fantasma?
O que serás tu? O que serei eu?
Não existe pureza. Sinto-me sufocado, com asma.
As impurezas tomaram conta de mim. Assim, morri, na interior solidão.
Ó vento, arrasta-me nas amarguras do meu coração!
História de mim.
História de ti.
História de construções anafóricas, constantes.
História de um futuro incerto.
História com dois lados diferentes.
História com traços delimitados por condições do futuro.
O tempo parou.
O Sangue que derramou
Foi com uma chuva que não molhou.
A história que rasgou as palavras purificadas
O destino que espelha as letras amargas
Amor, amor, amor.. Onde estás?
Mas não chegaste.. O meu amor perdeu a cor.
Princesa, chega por favor, não quero perder o teu calor.
Mais uma vez não chegaste, sozinho, nesta viela, ... morri.
Agora, nada resta. A reciclagem do meu coração parou.
Serás um fantasma sem rumo? Serei eu, um fantasma?
O que serás tu? O que serei eu?
Não existe pureza. Sinto-me sufocado, com asma.
As impurezas tomaram conta de mim. Assim, morri, na interior solidão.
Ó vento, arrasta-me nas amarguras do meu coração!
10 Dezembro 2010
sei lá, sei que ninguém vai ler isto - coisa sem importância.
Estou a pensar que não posso deixar para trás a minha vida pessoal. É importante também as coisas que fazem parte da nossa vida, para além da Escola. Estamos num País que é necessário um Homem de Letras iniciar uma revolução anti-governo para resolver os problemas estruturais da porcaria deste País! Partilho da mesma opinião que o meu colega de Turma, Rui Santos, como pode existir uma crise mundial? O dinheiro tem que estar em algum sitio! Assim, vivemos num País ditador, não democrático, porque o Sócrates de uma maneira ou de outra acaba por ditas as leis para o futuro do País. Diga-me, ele perguntou aos portugueses se queriam que a China pagasse metade da divida portuguesa? Não! Ele perguntou aos portugueses as suas perspectivas acerca do Orçamento de Estado 2011? Não! A Assembleia da República é uma ditadura do PS e do PSD. Eles são quem decidem. Os partidos minoritários é quem tem razão naquilo que dizem, nomeadamente, o Bloco de Esquerda! Vamos mas é lutar pelo povo, por nós, e pela preservação da História do nosso país! No que concerne à Educação Portuguesa, o País está completamente degradado. Confronto-me com uma nova disciplina (sim, porque Área de Projecto 12º Ano é diferente da disciplina do ensino básico) onde constantemente sou aniquilado por trabalhos ditados pelo Ministério da Educação com o intuito de enriquecer o aluno no que consta ao seu desenvolvimento pré-universitário, todas aquelas metas que o Ministério impõe (sem primeiro, estudar melhor o que é realmente importante) para os professores alcançarem. Depois também acho graça, aquela nova lei que os professores mais velhos da "casa" ficam e os professores "estagiários" perdem o emprego. Desta forma, os mais velhos da "casa" acarretam com mais trabalho e com menos tempo para a realização do mesmo. Será que a Educação não visa o trabalho especifico? Digam-me! É possível assim?! Não e não e não, e não! A Educação Portuguesa é uma estrutura sem fundamento algum. Em primeiro lugar, vão buscar as ideias aos países europeus. Depois, não conseguem perceber que a população portuguesa é diferente desses países, logo a teoria pode não resultar na prática. Na minha perspectiva, o Aluno devia ser, em primeiro lugar, alvo de inúmeras bases logo no Ensino primário pois, é de pequenino que se torce o pepino! O ensino básico, é o desenvolvimento dessas bases, aprofundando-as de um modo especifico. O Secundário, bem, o Secundário deve ser o auge na carreira do Aluno. Este deve ser motivado pelo País em que vive, pela metodologia do Sistema de Educação e pela Família. A motivação do Aluno, a criação de interesse, é o passo fundamental para o sucesso escolar. Não importa criar Alunos com 19 de média, se não tem a capacidade de interpretação e de criatividade desenvolvida. Mas importa criar um Aluno de 15 de média, e ter a capacidade de interpretação e de criatividade desenvolvida. Não importa estas notas que nos definem, que aliás, CRIAM RÓTULOS NOS ALUNOS. Outra situação, o professor nunca deve ser influenciado por qualquer ligação com o Aluno, deverá ser imparcial e justo e coerente.
Abordando outra temática (que bom! Neste blog posso escrever como eu quiser, sem correcções dos professores que são rigorosas e não deixam a criatividade do aluno divergir), a Economia Portuguesa. Bem, existe tanto para dizer acerca desta temática. Em primeiro lugar, a riqueza de um país está na Agricultura. Logo, acho que a economia portuguesa devia focar-se no desenvolvimento da Agricultura. Quantos campos não estão por aí a monte? Abandonados! Caímos numa era de Industrialização! Porém, o Português, o genuíno, não caiu, pois as raízes do povo português estão bem presentes. A democracia liberal é racista e incoerente com o nosso povo. Põe de parte a população inactiva (população envelhecida) e aposta na população activa (jovens), e mesmo esse desenvolvimento apresenta muitas lacunas. A população envelhecida é o verdadeiro paradigma deste país em decadência. É uma herança que o País tem, mas que o Governo mais uma vez resolve ignorar. Os jovens, bem, o futuro deste país, estão a ser programados (sublinho programados) para seguir esta tendência governamental. Não existe uma coerência fixa na juventude actual. Mas estou contente comigo próprio, muito contente. Tenho sido bastante forte no mundo que me rodeia, sempre analisando cada decisão da melhor maneira possível. Os jovens deste país já não tem uma cultura nem um interesse pela cultura do País. Já não existem valor morais a serem transmitidos - em tão pouco tempo, em tão poucas décadas, o mundo evoluiu tanto, essa evolução que não foi registada até então.
Não gosto. Tenho medo que o nosso País perca a independência para a China. Tenho medo também perder a minha identidade nacional e sócio - cultural. Ás vezes, gostava de ir ao parlamento e expôr os meus medos ao nosso Primeiro - Ministro. Ele não devia de estar em escritórios a elaborar "cenas sem nexo" para o país. Devia de estar cá fora, a fazer trabalho de campo com o povo português. Um povo sem um líder, é um povo sem um rumo, sem um objecto a seguir. O grande problema de portugal é querer seguir paradigmas de outros países, mas não deveria de ser assim. Lembrem-se Portugal sempre marcou a diferença. Há medida que tenta imitar os outros países, só se afunda mais e um dia mais tarde, irá por perder a sua identidade conquistada pelo nosso primeiro rei - o nosso fundador - Rei D.Afonso Henriques.
- meras palavras sem valor, sem sentido nem cognição.
Abordando outra temática (que bom! Neste blog posso escrever como eu quiser, sem correcções dos professores que são rigorosas e não deixam a criatividade do aluno divergir), a Economia Portuguesa. Bem, existe tanto para dizer acerca desta temática. Em primeiro lugar, a riqueza de um país está na Agricultura. Logo, acho que a economia portuguesa devia focar-se no desenvolvimento da Agricultura. Quantos campos não estão por aí a monte? Abandonados! Caímos numa era de Industrialização! Porém, o Português, o genuíno, não caiu, pois as raízes do povo português estão bem presentes. A democracia liberal é racista e incoerente com o nosso povo. Põe de parte a população inactiva (população envelhecida) e aposta na população activa (jovens), e mesmo esse desenvolvimento apresenta muitas lacunas. A população envelhecida é o verdadeiro paradigma deste país em decadência. É uma herança que o País tem, mas que o Governo mais uma vez resolve ignorar. Os jovens, bem, o futuro deste país, estão a ser programados (sublinho programados) para seguir esta tendência governamental. Não existe uma coerência fixa na juventude actual. Mas estou contente comigo próprio, muito contente. Tenho sido bastante forte no mundo que me rodeia, sempre analisando cada decisão da melhor maneira possível. Os jovens deste país já não tem uma cultura nem um interesse pela cultura do País. Já não existem valor morais a serem transmitidos - em tão pouco tempo, em tão poucas décadas, o mundo evoluiu tanto, essa evolução que não foi registada até então.
Não gosto. Tenho medo que o nosso País perca a independência para a China. Tenho medo também perder a minha identidade nacional e sócio - cultural. Ás vezes, gostava de ir ao parlamento e expôr os meus medos ao nosso Primeiro - Ministro. Ele não devia de estar em escritórios a elaborar "cenas sem nexo" para o país. Devia de estar cá fora, a fazer trabalho de campo com o povo português. Um povo sem um líder, é um povo sem um rumo, sem um objecto a seguir. O grande problema de portugal é querer seguir paradigmas de outros países, mas não deveria de ser assim. Lembrem-se Portugal sempre marcou a diferença. Há medida que tenta imitar os outros países, só se afunda mais e um dia mais tarde, irá por perder a sua identidade conquistada pelo nosso primeiro rei - o nosso fundador - Rei D.Afonso Henriques.
- meras palavras sem valor, sem sentido nem cognição.
25 Novembro 2010
Os quatro ventos
O que escrevo não faz sentido.
O que escrevo é um folha de um ser ferido.
O que não escrevo é o que sinto.
O que não escrevo é o que pinto.
O que desenho é um rabisco
O que desenho é um tormento
O que não desenho é o que sinto
O que não desenho é o que minto
O que pinto é um quadro
O que pinto é algo arrumado
O que não pinto é uma história
O que não pinto é uma memória
O que sinto é o que não escrevo
O que sinto é o que não faz sentido
O que não sinto é que sinto
O que não sinto é ...
Sérgio Miguel
12 Novembro 2010
a razão anti-sentimentalista
Não quero cabular o meu conhecimento. Quero sentir o que vejo e ouço. Não quero uma sequência de regras a seguir. Acho que perdi parte de mim.. Com o avanço da idade, os objectivos, as prioridades, as emergências monetárias e sociais, tomaram conta de mim. Fui acorrentado a uma sociedade que sempre evitei. Perdi a sentimentalidade, a subjectividade, a minha definição de felicidade. Tudo é tão racional e rigoroso. Recordo-me dos meus impulsos onde não queria saber de nada. Desculpem, mas Fernando Pessoa tem razão. A poesia dele é extremamente sentimental, não é anti-sentimentalista. Partam em busca da essência da sua escrita: emoção. O pensamento é a dor. A razão é sofrimento.
Amo as coisas sem sentimentalidade nenhuma, porque? Que nojo de mim próprio! Porque é que o meu olhar é racional? Porque é não existe emoção no meu coração? Porque não consigo viver numa inconsciência? Porque é que é tão difícil encontrar fragmentos de subjectividade dentro de mim? - Questionabilidade, só.
Porque é que eu não posso escrever como eu quero, em todas as situações? Porque é que sou tão condicionado pela sociedade? Pelas regras? Pelo medo de ser diferente?
- não gosto do meu heterónimo.
» Sou racional, porque já senti o Amor.
Amo as coisas sem sentimentalidade nenhuma, porque? Que nojo de mim próprio! Porque é que o meu olhar é racional? Porque é não existe emoção no meu coração? Porque não consigo viver numa inconsciência? Porque é que é tão difícil encontrar fragmentos de subjectividade dentro de mim? - Questionabilidade, só.
Porque é que eu não posso escrever como eu quero, em todas as situações? Porque é que sou tão condicionado pela sociedade? Pelas regras? Pelo medo de ser diferente?
- não gosto do meu heterónimo.
» Sou racional, porque já senti o Amor.
07 Novembro 2010
não sou mais que ninguém, sou só alguém.
Recordo-me estar noites e noites acorrentado ás estrelas que iluminavam o meu caminho. Recordo-me também, das linhas ténues do meu coração que tremiam com o respirar do meu olhar. Mas recordo-me acima de tudo, de evidenciar que todas estas recordações iriam ficar para sempre, e assim foi. Agora são apenas recordações que fazem parte do meu ser, do meu ortónimo, e fazem parte das essências dos meus heterónimos. Sou moldado pelo meu passado, pelos meus erros e convicções. Sou assim e não existe nada a fazer. É a minha forma de ser feliz e livre, porque um ser humano oprimido é um sinónimo de um coração partido.
Conquanto, as lacunas do meu modelo estandardizado é presidido pela falta de criatividade da hereditariedade individual de cada um. Apesar de ser Humano, não sou estandardizado. Mas o meu "modelo de estandardização" deve-se ao facto da minha hereditariedade especifico. Assim, não renuncio a minha espécie (Humanidade) pois, é a única espécie capaz de sentir.
Conquanto, as lacunas do meu modelo estandardizado é presidido pela falta de criatividade da hereditariedade individual de cada um. Apesar de ser Humano, não sou estandardizado. Mas o meu "modelo de estandardização" deve-se ao facto da minha hereditariedade especifico. Assim, não renuncio a minha espécie (Humanidade) pois, é a única espécie capaz de sentir.
02 Novembro 2010
O rigor do sentimento
Boa noite , sonhos e promessas. Venho aqui expor os meus tormentos.
Cada vez mais no nosso quotidiano estamos limitados a teorias positivistas. O que são? Tudo é mensurável e tudo é quantificável. Vivemos sobre uma sociedade de regras em que tudo é certo e nada é subjectivo. O Tudo é tão unilateral e nada é subjectivo. Sinto-me triste por assim ser. Sinto-me retardado a nível social, não por carências sociais mas sim porque não gosto de seguir modas, gosto daquilo que é "velho" porque é essa essência que me traz conhecimento. Gosto de Fernando Pessoa e Alberto Caeiro, mas não gosto dos poetas actuais. Gosto de computadores antigos, e não gosto de portáteis. Gosto de musicas antigas, não gosto de 75% da música actual.
Outra situação, é esta nova era da tecnologia, uso só a que necessito porque sou condicionado. Não era tudo muito mais puro quando mandávamos cartas aos nossos namorados? Quando eu trocava toques de telefone com as meninas que gostava? Quem pensou haver agora tarifários que nos permitem de alguma forma possuir mensagens grátis? - Questões só. Agora, todos usamos portáteis da nova tecnologia, e a cada segundo somos confrontados com as produções em massa dos mesmos. Todos os estudantes, quando o professor lança um projecto, utilizam de imediato o portátil, chega. Esta nova era de rigor, de metodologias concretas, está a fechar o nosso hemisfério direito (O hemisfério direito é responsável pelo nosso lado criativo e intuitivo). Eu sei, vocês pensam - mas, e toda esta nova tecnologia? Todas estas novas invenções? - Que partido é tirado de tudo isto? É tudo um jogo de marketing, de dinheiro e interesses pessoais. O ser humano parte em busca de novas tecnologias para ter a vida facilitada. Não? Pois. Todo estes últimos 100 anos foram fotografados com o titulo de "A rapidez do século", e eu penso para mim será um aspecto positivo ou negativo? - Ora, questões!
Ainda outra questão, acerca de mim. Há quanto tempo não escrevo eu, uma emoção pura? Há quanto tempo não escrevo o que me apetece? Sem querer saber de pontuações, de virgulas, de acentos? - Pois, perdi parte da minha essência devido às condicionantes impostas pela sociedade. Mas chega. Não quero mais saber, eu sou o que sou. Ninguém me vai quebrar a minha linguagem, o meu coração, a minha força de acreditar. Foi assim que nasci, herdei, e moldei. É assim que sou. É assim que sou feliz, a recordar o passado. E é assim que vou viver, até um dia morrer.
Cada vez mais no nosso quotidiano estamos limitados a teorias positivistas. O que são? Tudo é mensurável e tudo é quantificável. Vivemos sobre uma sociedade de regras em que tudo é certo e nada é subjectivo. O Tudo é tão unilateral e nada é subjectivo. Sinto-me triste por assim ser. Sinto-me retardado a nível social, não por carências sociais mas sim porque não gosto de seguir modas, gosto daquilo que é "velho" porque é essa essência que me traz conhecimento. Gosto de Fernando Pessoa e Alberto Caeiro, mas não gosto dos poetas actuais. Gosto de computadores antigos, e não gosto de portáteis. Gosto de musicas antigas, não gosto de 75% da música actual.
Outra situação, é esta nova era da tecnologia, uso só a que necessito porque sou condicionado. Não era tudo muito mais puro quando mandávamos cartas aos nossos namorados? Quando eu trocava toques de telefone com as meninas que gostava? Quem pensou haver agora tarifários que nos permitem de alguma forma possuir mensagens grátis? - Questões só. Agora, todos usamos portáteis da nova tecnologia, e a cada segundo somos confrontados com as produções em massa dos mesmos. Todos os estudantes, quando o professor lança um projecto, utilizam de imediato o portátil, chega. Esta nova era de rigor, de metodologias concretas, está a fechar o nosso hemisfério direito (O hemisfério direito é responsável pelo nosso lado criativo e intuitivo). Eu sei, vocês pensam - mas, e toda esta nova tecnologia? Todas estas novas invenções? - Que partido é tirado de tudo isto? É tudo um jogo de marketing, de dinheiro e interesses pessoais. O ser humano parte em busca de novas tecnologias para ter a vida facilitada. Não? Pois. Todo estes últimos 100 anos foram fotografados com o titulo de "A rapidez do século", e eu penso para mim será um aspecto positivo ou negativo? - Ora, questões!
Ainda outra questão, acerca de mim. Há quanto tempo não escrevo eu, uma emoção pura? Há quanto tempo não escrevo o que me apetece? Sem querer saber de pontuações, de virgulas, de acentos? - Pois, perdi parte da minha essência devido às condicionantes impostas pela sociedade. Mas chega. Não quero mais saber, eu sou o que sou. Ninguém me vai quebrar a minha linguagem, o meu coração, a minha força de acreditar. Foi assim que nasci, herdei, e moldei. É assim que sou. É assim que sou feliz, a recordar o passado. E é assim que vou viver, até um dia morrer.
16 Outubro 2010
Momentos
Ainda vejo alguns deputados na Assembleia da república que zelam pelo interesse do povo. Foi bom. Foi magnifico o que ouvi hoje na televisão. Ouvir uma deputada a enfrentar o nosso actual primeiro ministro, quando o confronta com o facto de utilizar carros topo de gama em cimeiras e ter o descaramento de defender um orçamento de estado em que são os PORTUGUESES (sim, porque ele não é um português) que apertam o Cinto.
25 Setembro 2010
09 Setembro 2010
vazio,
Não consigo escrever. Dou por mim, tentando encontrar as emoções que davam a vida a minha felicidade. Procuro no fado, procuro nos mais inúmeros filmes, desde portugueses ate americanos, encontrar no meio daquelas histórias um pouco da minha. Já elaborei muitos planos, ja preenchi formulários para a felicidade, mas não consigo encontrar - nao sei porque. Parece que me perdi no meio do tempo, no meio desta tempestade. Já fui tão forte, mas estou fraco e sem forças para lutar. As palavras custam a sair, e o meu coração começa a partir a emoção
08 Setembro 2010
O Ciclo do Amor
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil.
Mas, um dia vamos abrir o nosso coração e deixar que alguém lhe toque profundamente e uma bela melodia preencha o espaço vazio que outrora foi utilizado, ou não! Vamos proferir as mais belas magias em conjunto com as notas da mais bela e ultima melodia e dar luz a nossa escuridão. Vamos sentir uma enorme felicidade que por momentos parece-se com uma irrealidade. Iremos proclamar as nossas crenças, assim como, o nosso sentimento: o Amor. Todos os mencionados sentirão também a imensa chama da paixão - a vibração do seu coração.
Entretanto, a chuva e as nuvens cinzentas começam a surgir, e o nosso olhar começa a partir. O coração começa a sofrer, e as nossas emoções começam a fomentar o medo de perder alguém. Começamos então a encontrar as reflexões daquilo que realmente sentimos, começamos adicionar a racionalidade aos nossos sentimentos e encontrar o equilíbrio correcto ate que a racionalidade começa a preencher as veias corrompidas do nosso coração.
Sendo neste contexto onde o Amor nasce: num estado de supremacia da sentimentalidade. E é neste contexto, que o Amor morre: num estado de supremacia da racionalidade, ou seja, quando a racionalidade supera a sentimentalidade nas veias «rotas» do nosso coração.
(...)
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil, pois este ja sofreu imenso com aquilo que já sentiu, o Amor.
Mas, ...
O amor é como a Fénix, por vezes, necessita de morrer para renascer das cinzas e dar um novo brilho aquilo que chama-mos de Felicidade.
Mas, um dia vamos abrir o nosso coração e deixar que alguém lhe toque profundamente e uma bela melodia preencha o espaço vazio que outrora foi utilizado, ou não! Vamos proferir as mais belas magias em conjunto com as notas da mais bela e ultima melodia e dar luz a nossa escuridão. Vamos sentir uma enorme felicidade que por momentos parece-se com uma irrealidade. Iremos proclamar as nossas crenças, assim como, o nosso sentimento: o Amor. Todos os mencionados sentirão também a imensa chama da paixão - a vibração do seu coração.
Entretanto, a chuva e as nuvens cinzentas começam a surgir, e o nosso olhar começa a partir. O coração começa a sofrer, e as nossas emoções começam a fomentar o medo de perder alguém. Começamos então a encontrar as reflexões daquilo que realmente sentimos, começamos adicionar a racionalidade aos nossos sentimentos e encontrar o equilíbrio correcto ate que a racionalidade começa a preencher as veias corrompidas do nosso coração.
Sendo neste contexto onde o Amor nasce: num estado de supremacia da sentimentalidade. E é neste contexto, que o Amor morre: num estado de supremacia da racionalidade, ou seja, quando a racionalidade supera a sentimentalidade nas veias «rotas» do nosso coração.
(...)
Somos aqueles que sentimos profundamente cada momento, pois todos os momentos importam, sendo o seu significado um factor influente naquilo que sentimos. Somos aqueles que afastamos as pessoas, com medo de sofrer. Somos aqueles que utilizamos as nossas armas de modo a defender o nosso coração frágil, pois este ja sofreu imenso com aquilo que já sentiu, o Amor.
Mas, ...
O amor é como a Fénix, por vezes, necessita de morrer para renascer das cinzas e dar um novo brilho aquilo que chama-mos de Felicidade.
Sérgio Miguel
23 Agosto 2010
A Porta ao Lado
A estrela do caminho
É a certeza de estar sozinho
A luz que me ilumina
É a força que me domina
As tempestades são um inferno
Não encontro um som eterno
Não encontro o calor!
Encontro sempre o Amor.
O meu coração, o meu sofrimento
O meu desejo é liberdade
Porém, é pisado com pedaços de cimento
Um espelho de infelicidade!
A estrela continua a navegar
A luz, por outro lado, fugiu..
Já nada domina..
Conquanto, estou com medo de avançar..
Será que perdi a força do meu olhar?
É a certeza de estar sozinho
A luz que me ilumina
É a força que me domina
As tempestades são um inferno
Não encontro um som eterno
Não encontro o calor!
Encontro sempre o Amor.
O meu coração, o meu sofrimento
O meu desejo é liberdade
Porém, é pisado com pedaços de cimento
Um espelho de infelicidade!
A estrela continua a navegar
A luz, por outro lado, fugiu..
Já nada domina..
Conquanto, estou com medo de avançar..
Será que perdi a força do meu olhar?
Sérgio Manuel Ribeiro Miguel
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